Pachyphytum bracteosum
Pachyphytum bracteosum
O Pachyphytum bracteosum tem folhas largas e prateadas cobertas de pruína e hastes florais arqueadas. Veja luz, rega sem manchar e propagação.
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Cuidados em resumo
- Sol direto de meio período a pleno, com aclimatação
- Regar no substrato, nunca nas folhas, após a secagem completa
- Muito drenante e aerado
- Clima ameno a quente; sensível a geada
- Folhas inteiras e estacas de caule
- Fácil
Ficha da planta
- Nome científico
- Pachyphytum bracteosum
- Nomes populares
- pachyphytum-prateado, pedra-da-lua-grande
- Família
- Crassulaceae
- Gênero
- Pachyphytum
- Origem
- México (Hidalgo)
- Crescimento
- Roseta aberta sobre caule curto, que se alonga com a idade
- Porte
- Médio, com roseta de 15 a 25 cm
- Toxicidade
- Não é considerada tóxica, mas evite a ingestão por pessoas e animais.
O Pachyphytum bracteosum é uma das suculentas mais prateadas que existem: folhas largas, achatadas e espessas, cobertas por uma pruína densa que dá um tom cinza-prateado com reflexos lilases, dispostas em uma roseta relativamente aberta sobre um caule curto.
Ele é parente próximo do Pachyphytum oviferum, as pedras-da-lua, e a diferença é clara: aqui as folhas são maiores, mais largas e menos roliças, e a planta ganha altura com a idade.
Sol para uma roseta compacta e prateada
Aceita sol pleno ou meio período de sol direto, desde que acostumada aos poucos. É a luz que mantém a roseta compacta, o caule curto e a pruína densa, além de acentuar tons rosados nas bordas.
Em luz insuficiente, as folhas alongam, a roseta se abre e o caule estica rapidamente. Em regiões de verão muito quente, sombra nas horas de pico evita queimaduras.
A aclimatação ao sol deve ser lenta.
Como regar sem marcar a pruína
Regue bastante e espere o substrato secar inteiro, em geral de dez a quinze dias no calor e bem mais no inverno.
O cuidado específico: não molhe as folhas. A pruína sai com a água escorrendo e deixa faixas permanentes. Regue no substrato, pela borda do vaso, ou por imersão breve, e evite líquido parado entre as folhas.
Folhas grandes que marcam com um toque
A camada esbranquiçada é uma proteção natural contra radiação e perda de água, e sai com o dedo, com pano e com jato de água, sem se refazer naquela folha.
Como as folhas são grandes e duram bastante, uma marca de dedo fica visível por muito tempo. Segure sempre pelo vaso e, se precisar tirar poeira, use um sopro de ar ou um pincel macio — o mesmo cuidado da Graptoveria Debbie e da Cotyledon orbiculata.
Substrato poroso e vaso estável
Use um substrato leve e poroso, que drene rápido e tenha muito material mineral.
O vaso deve ser proporcional, com pouca folga, e estável — as folhas são pesadas e a roseta se inclina com a idade. Vaso de barro cru é uma boa opção.
A haste com brácteas prateadas
Plantas adultas emitem uma haste arqueada que se ergue da lateral da roseta, coberta por brácteas prateadas — origem do epíteto bracteosum — e terminando em flores avermelhadas pendentes.
A floração acontece geralmente no fim do inverno e na primavera, e a roseta não morre depois dela.
Folhas grandes que viram mudas
Dois métodos:
Folhas inteiras — solte a folha com a base intacta, torcendo com cuidado. Deixe cicatrizar por dois a quatro dias e coloque sobre substrato seco, sem enterrar. Como as folhas são grandes, apoie-as firmemente para manter o contato da base.
Estacas de caule — em plantas que já alongaram, corte o topo, deixe cicatrizar de três a cinco dias e plante em substrato seco. O caule remanescente costuma emitir brotações.
Adubo em excesso reduz a pruína
Adube só uma vez, na primavera, em dose leve.
Excesso de nitrogênio produz folhas grandes, verdes e frouxas, com pruína menos densa.
Caule inclinado, faixas verdes e cochonilha
Caule longo com roseta inclinada — falta de luz somada à idade; resolve-se com corte do topo e replantio.
Faixas verdes nas folhas — perda de pruína por respingo ou manuseio. Permanente.
Folhas moles e translúcidas — rega além do necessário.
Queda de folhas ao menor toque — comportamento comum no gênero; segure a planta pelo vaso.
Cochonilha entre as folhas — praga frequente em rosetas de folhas largas e sobrepostas.
Pachyphytum prateado dentro de casa
Em casa, fica bem só na janela mais clara, com sol direto por algumas horas. Em luz média, o caule estica rapidamente e a roseta se abre.
Dentro de casa, espace as regas, mantenha a rega restrita ao substrato e gire o vaso para que a roseta cresça simétrica.
Perguntas frequentes
Qual a diferença para o Pachyphytum oviferum?
O oviferum, as pedras-da-lua, tem folhas menores, roliças e quase esféricas, agrupadas em roseta bem fechada. O bracteosum tem folhas maiores, mais largas e achatadas, em uma roseta mais aberta, e ganha altura com a idade.
As marcas nas folhas do Pachyphytum bracteosum saem?
Não. A camada branca é pruína, uma proteção natural que não se refaz depois de removida pelo toque ou por respingo de água. Segure sempre a planta pelo vaso e regue no substrato.
Por que o caule ficou longo e a roseta inclinada?
É comum com a idade e acelerado por falta de luz. Corte o topo, deixe cicatrizar alguns dias e replante como estaca; o caule remanescente costuma emitir brotações laterais.
O Pachyphytum bracteosum dá flor?
Dá, em plantas adultas: uma haste arqueada que se ergue da lateral da roseta, com brácteas prateadas e flores avermelhadas pendentes, geralmente no fim do inverno e na primavera.
O pachyphytum-prateado pode ficar em sol pleno?
Pode, com aclimatação gradual, e o sol acentua os tons rosados nas bordas das folhas. Em regiões de verão muito quente, sombra nas horas de pico evita queimaduras.
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